segunda-feira, 28 de maio de 2012

O AGORA!

Hoje jogue fora toda a tristeza que houver no seu coração...
Mágoas, rancores, raivas, estresse, jogue na lixeira ao lado de fora da sua casa.
Cultive e semeie a paz e os bons sentimentos que Deus lhe deu...
O universo está te convidando para o momento mais importante da sua vida, o agora.
Viva o agora como se ele fosse o seu ultimo desejo aqui nessa terra de ninguém.
Afinal de contas você é como eu, filho de mulheres parideiras, de uma gente a brasileira, que em massa, mas não de argamassa, de muitos Joãos, Marias e Josés, de muitos nãos, pra quem quiser e de um único e sofrido sim pendurado na corda bamba dessa linha que se chama vida.
Carpe diem!
Pollyanna Alves, 28/05/2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

FRÁGIL!



Frágil
Sólido
Amargo
Dócil
Essencial
Sentimental
Gigante
Homem
Mulher
Animal
Força
Determinação
Coração
Invasão
Domínio. 
É frágil, dócil, amargo e sólido.
É essencial o sentimento gigante, a invasão determinada que domina o coração de homens, mulheres e fortes animais irracionais.
                                                                         Pollyanna Alves 04 / 12 / 1996 

sábado, 7 de abril de 2012

UM DIA DE CADA VEZ!

O amor deve ser livre.
Deixe livre quem você ama.
Por que tudo aquilo que você precisa fazer força, correr atras demasiadamente, não é pra ser seu.
O que é seu vem por merecimento e não por força.
Não existe feitiço, macumba, oração que traga o seu amado de volta.
O que é real é ele não voltar por que não te quer ou não te merece.
O que Deus te der, é seu e ninguém, nenhuma força a de tira - lo.
Pra quem acredita em ilusões a dica é: Continue se diminuindo correndo atrás de quem não te merece.
Como eu não acredito em contos de fada, eu sigo em frente.
Um dia de cada vez.
Carpe Diem!
                                          Pollyanna Alves, 07/04/2012

sábado, 31 de março de 2012

O VENTO!

Você pode tentar represar a água ou até mesmo modificar o rumo que ela deve seguir.
O vento não.
Ao vento, ninguém pode dar ordens e dizer: vai por ali ou vai por aqui. Vou segura -lo e determinar uma nova rota em que você deve seguir vento.
Não, você não vai conseguir.
O vento não obedece ordens, o vento não muda o seu destino por nada e nem por ninguém.
Eu Pollyanna, sou assim, filha do vento.

                                                         Pollyanna Alves, 31 de Março de 20122

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

DESFRAGMENTO


Hoje o sol nasceu lindo e radiante e cada fresta que entrava pela minha janela me fazia respirar lentamente para sentir o cheiro da natureza que pela manhã é mais forte, dá sinais, mostra caminho e conduz a direção correta para todo o dia até que a noite chegue e assim a lua da o seu tom e nós ficamos aqui admirando e contemplando os sortilégios que se instalam no céu como uma manta negra coberta muitas vezes por estrelas que parecem espelhos e refletem em nós mesmos o nosso ‘Eu’ interior que muitas vezes fica ali, escondido, sem se manifestar por medo, por ansiedade, por vaidade.

Eu sempre acho que estou perdendo alguma coisa.

De fato eu acho que sempre perco alguma coisa todos os dias, nem sempre acompanho o mundo, nem sempre sei o que se passa no mundo, nem sempre permito que o mundo se mostre pra mim.

Eu sou um pouco bicho do mato. Eu gosto do clima claro e calmo da minha casa, que basta tocar a luz e ela diminui o tom quase até sumir de vez permitindo que a casa fique com ar de antiguidade, quase a luz de lamparinas. O cheiro do mar que entra pela varanda e uma boa música, talvez Miles Daves ou Jill Scott e uma taça de vinho.

Quando eu vejo já estou aqui escrevendo os Capítulos da minha vida pra vocês. Quando eu começo a escrever eu sinto uma sensação de liberdade muito grande, eu sinto uma força que normalmente não consigo sentir, e é sempre na hora que estou escrevendo.

A escrita me permiti ir além de mim, ela me permite chegar até você sem nem mesmo te conhecer, ela me permite inúmeras opções para fatos da vida que só depende da minha imaginação para serem transformadas de boas a ruins ou de ruins a boas.

Tem horas em que penso muito e mal consigo controlar e organizar meus pensamentos para continuar em um plano reto e seguro esse relato sobre o meu dia.

São tantas as informações e são tantas as revelações a cada dia, são tantos os sentimentos, são tantas as confusões, são tantos e tantos e tantos e tantas outras pessoas e pessoas e alguém em especial na minha mente que às vezes penso que meu HD pessoal cerebral precisa ser desfragmentado para que eu possa então voltar a me concentrar e concluir o meu pensamento.
Mas quando isso acontece é muito complicado, desfragmentar é o mesmo que jogar tudo no lixo. E então vem a dúvida do que deve ser deletado ou não.

Algumas coisas não são muito claras.

Minha cabeça está uma confusão só.

Ando descrente do ser humano nesse momento.

Perdi a confiança em algumas pessoas que eu achava impossível deixar de gostar ou de confiar.

Mas a vida precisa seguir em frente, nesse momento eu já estou desfragmentando meu HD pessoal.

Não vale a pena ficar pensando nas mesmas coisas sempre.

Algumas pessoas simplesmente merecem ser esquecidas e deixadas de lado.

Espero escrever algo melhor amanhã.

Hoje eu sou isso, confusão e fusão de sentimentos contraditórios.

Hoje eu sou nesse momento o bicho do mato.

Estou aqui de bicho, ouvindo boa música e bebendo vinho.

Com a exclusão do meu lixo mental eu espero amanhã escrever algo bem melhor que hoje.

Até mais!

Pollyanna Alves
22/12/2011 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

GRAMÁTICA DELIVERY

Às vezes eu erro na gramática.

Mal consigo me conter, em tentar fazer parecer que tudo é do jeito que eu quero que eles sejam.

Nem sempre eu quero seguir o coerente curso do emprego da palavra.

Tem dias que acordo e quero usar o porque separado ou junto pra simbolizar união de idéias ou junto com acento circunflexo pra enfeitar a frase.

Quem é que ousará me impedir?

Se nem tudo tem sentindo aqui, se nem tudo tem sentido lá.

Se eu entrar em um salão e a manicure falar do catarro do filho dela eu ficarei mesmo enojada, porque eu preferia ouvir a cotação do dólar, falar sobre a baixa do Euro e dos assuntos mais importantes, pra colocar fim na miséria do povo Brasileiro.

A vida é um jogo de interesse que no meio desse texto não cabe a concordância correta para definir as regras dessa brincadeira de gato e rato.

Eu ainda me espanto com o ser “Homem” que não sabe formar idéia no meio de tanta informação.

A burrice humana realmente se faz presente, é preocupante.

E eu volto a falar do uso do emprego das palavras e sua intensidade.

Dependendo de quem diz eu te amo, você consegue até dizer a mesma coisa e isso vai virando um ciclo vicioso que no final das contas, tudo aconteceu por causa do uso do emprego da palavra, numa seqüência mutilada de palavras mal expressadas dentro de uma frase torta que você pensou que era correta.

Nesse momento eu já nem sei o que estou fazendo comigo mesma.

Desejando que algo de extrema relevância aconteça dentro do quadro domingo de uma Pollyanna.

Mas é tórrido ficar pensando no que ainda não aconteceu, sabendo que uma hora você vai se engasgar com os porquês, porque já sem mais e sem pra que dos pra quês eu adoraria um Português Express, Gramática Delivery.

Acredito cegamente no acontecer de cada palavra e em cada gesto que ela faz surgir à evolução das idéias e ideais.

Talvez consultoria pra emprego das vírgulas pudesse me render um bom dinheiro, tipo facebook?

E quase no final desse texto já nem sei se sei se sou eu mesma.

A velocidade dos sentimentos que disparam nessa seqüência de amor e ódio, de ter que seguir as regras dos outros que nem sabem o que dizem ou o que fazem, é realmente indignante.

É igual ex namorado na porta depois de meses dizendo que se arrependeu.

Isso tudo é extremamente chato.

E agora já chegando ao final eu posso ver claramente a razão do sentindo do emprego correto das palavras.

Até porque eu não posso adivinhar o que você está pensando e interpretando da minha escrita.

Eu não posso suplicar pra você compreender o que estou aqui escrevendo.

De repente nada disso faz sentido e eu sou apenas uma pessoa que escreve bobagens.

Quem é que pode saber?

E se nem tudo a gramática pode resolver, então não sei porque vivo me perguntando de um tudo o porquê ?

Pra quê?

                                                                             Pollyanna Alves 12/06/2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

AS FÊNIX

E de repente é como se a vida pudesse escorrer entre os dedos ou ser bebida no gargalo de uma garrafa qualquer.

A sensação é na maioria das vezes que o tempo está passando sem mim.

É como dormir na sua cama e acordar fora dela, sem nem mesmo saber como foi parar em outro lugar.

Será que a vida está acontecendo sem que eu perceba?

Será que eu me perdi na linha do tempo?

Será que busquei um caminho na contra mão?

Será que estou agora pisando sobre uma linha fina e frágil?

Este talvez seja o meu maior momento de lucidez.

Talvez eu tenha ignorado os chamados, me trancado no meu mundo imaginário.

Talvez eu seja o resto de uma raça e o início de uma nova espécie.

E quem é que pode saber?

Eu gostaria agora de poder buscar as respostas para as minhas dúvidas em um armário, ou até mesmo na lata de guardar o açúcar ou o sal.

Quem sabe apertar um botão e solicitar ajuda suprema para resolver o impasse da vida que você tem certeza que não escolheu pra você.

Eu adoraria!

Não posso negar, por que seria hipocrisia.

É como a frase clichê: “Dinheiro não compra tudo”...

Será mesmo?

Então por que algumas pessoas são simplesmente ignoradas pela falta de dinheiro?

Enfim, eu diria que compra quase tudo...

Mas não é essa a questão aqui exposta nesse desabafo sobre a minha vida.

E sim o fato de que eu tenho a impressão de que o tempo passou sem que eu pudesse perceber.

As melodias que imaginei são lindas e criativas e combinam apenas com felicidade.

Mas é como receita de bolo, se você perde a mão pode ser que o bolo fique solado.

Pode ser que alguém chore com as minhas melodias que sempre tiveram como objetivo o sorriso e a felicidade.

Pode ser que eu mesma chore com meu canto e sorria logo depois.

Mas pode ser que o tempo não me dê mais tempo para um novo recomeço.

Pra que cair se não for pra levantar ainda mais forte?

Eu me reservo no direito de acreditar que o fim ainda está longe de ser encontrado.

E assim, se eu o encontrar então eu terei certeza de que uma grande tragédia me ocorreu, pois todos os meus sonhos estarão mortos.

Mas ainda sim se nesse coração cansado me restar o amor, nem o tempo, nem o fim poderão me dizer nada.

Silêncio!

Eu só posso acreditar que o Fim é apenas um fruto da imaginação dos incapacitados.

Não, não e não.

Eu nego e repudio qualquer coisa que me impeça de seguir o caminho que sei e acredito com verdade.

E se eu tiver que cair que eu caia.

Porque sei que tudo que preciso está dentro de mim.

É de tropeço em tropeço que eu escrevo a minha história neste livro da vida.

As Fênix jamais ficam jogadas ao chão.

As Fênix nunca desistem do seu caminho.

No fundo, bem lá no fundo, eu sou um pouco louca e também um pouco Fênix.



Pollyanna Alves 10/05/2011